Conquista Urgente

Conquista Urgente


Resultado da busca pela categoria "moradia"

Feirão da Caixa começa hoje com imóveis usados a partir de R$ 80 mil

Sexta | 12.06.2015 | 11h18
Autor: Correio


Feirão da Caixa começa hoje com imóveis usados a partir de R$ 80 mil (Foto: Arquivo Correio)

Começa nesta sexta-feira (12) e vai até domingo a 11ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria, no Parque de Exposições, na Avenida Paralela. Com expectativa de movimentar R$ 500 milhões em negócios, o evento conta com mais de 12 mil imóveis novos e usados que serão vendidos por mais de 24 construtoras, além de sete imobiliárias, distribuídas em stands. O horário de funcionamento do feirão será das 10h às 19h, na sexta e no sábado, e das 10h às 18h no domingo. Nesta edição serão comercializados mais de 5 mil imóveis novos, com preços de R$ 111 mil a R$ 1,2 milhão. Já as 7 mil unidades de imóveis usados terão preço entre R$ 80 mil e R$ 1,5 milhão de acordo com a Caixa Econômica Federal. “Não tivemos alterações no financiamento dos imóveis novos. Já no caso dos imóveis usados, este pode ser feito através do programa Minha Casa Minha Vida e das demais operações com recursos do FGTS, com unidades de até R$ 170 mil em Salvador e R$ 145 mil na Região Metropolitana”, disse ao CORREIO o superintendente do banco Luiz Antonio de Souza. “As unidades que ultrapassam estes valores devem ser financiadas com outros recursos, em que a Caixa irá financiar 50% do valor”, completou. Tanto para  novos quanto para usados, é preciso ter renda de até R$ 5 mil para financiar com recursos do FGTS. Nessa situação, o banco financia 90% do valor total do imóvel. Na compra de imóveis novos pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos), o  financiamento é de 80%.

Vitória da Conquista: Justiça suspende demolição de casas

Quinta | 11.06.2015 | 11h12
Autor: BN


A Justiça suspendeu a ordem de demolição de casas da Rua G, no Bairro Patagônia, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O pedido para suspender as demolições foi apresentado pela Defensoria Pública da Bahia, através do defensor público Lúdio Rodrigues Bonfim. A desembargadora Joanice Maria de Jesus, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), suspendeu as demolições com base na ofensa ao princípio do devido processo legal. Na ação, o defensor público afirma que os moradores da localidade foram notificados pela prefeitura sobre a demolição e que receberam o prazo de um dia para manifestação e 24 horas para deixarem o local. O Município afirma que as casas foram construídas sem alvará em área de domínio público. O defensor afirma que houve descumprimento do que determina o Código de Obras do Município - que permite ao poder público demolir apenas obras e não construções acabadas, como as casas em questão. O defensor público questionou a urgência das demolições e a falta de alternativas oferecidas às famílias a serem retiradas do local. "As casas existentes na Rua G, alvo da ação da Prefeitura Municipal, são obras já concluídas há muito tempo e que correspondem a locais de moradia consolidados de pessoas em situação de extrema vulnerabilidade, muitas das quais, certamente, ficarão em situação de rua, acaso tenham os respectivos lares demolidos pelo município", diz a desembargadora na decisão. A Defensoria, através de uma intermediação com a prefeitura, tenta resolver o impasse. A ideia é tentar realocar as famílias em efetiva situação de vulnerabilidade social para moradias adequadas e/ou incluí-las em programas assistenciais, como o aluguel social.

Situação da Minha Casa Minha vida em Conquista é discutida em sessão especial na CMVC

Sábado | 16.05.2015 | 08h09
Autor: Mirian Neto I ConquistaUrgente


MCMV em Vitória da Conquista I Foto: Reprodução I

A situação do programa Minha Casa Minha Vida, em Vitória da ConquistaNa foi discutida na Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), durante uma sessão especial, na manhã dessa sexta-feira (15). A sessão, de iniciativa dos vereadores Andreson Ribeiro (PCdoB) e Florisvaldo Bittencourt (PT), contou com a presença do Secretário Municipal de Desenvolvimento Social, Miguel Felício, do Superintendente da Caixa Econômica Federal, José Ronaldo Cunha, do Gerente Regional da Caixa Econômica Federal, Claudeir Silva, do sub Coordenador Regional da Defensoria Pública, Ludio Rodrigues, Capitão Hilderim dos Santos, da base comunitária da Polícia Militar do Bairro Nova Cidade, Marcelo Cerqueira, representante da Polícia Federal, Regina Guimarães, diretora do programa de Habitação Popular, Maria Piedade de Melo, representante dos condomínios Jacarandá e Flamboyant, Adriana Alvin, síndica dos condomínios Vila Sul e Vila Bonita e da síndica dos condomínios América e Europa Unida, Erlane Dias Amorim. Em sua fala, Andreson Ribeiro (PCdoB) destacou que era necessário às autoridades, tendo em vista a atuação de proximidade com a população que caracteriza o trabalhado do vereador, que chegam várias denúncias dando conta do não cumprimento dos requisitos do Programa Federal em relação aos critérios de seleção dos beneficiários mutuários e apontou que estes critérios precisam ser aperfeiçoados a través de um barema pré-definido, respeitando o critério da igualdade. O parlamentar pediu que fosse possibilitado o recurso no caso de algum mutuário se sentir lesado no processo de seleção daqueles que serão beneficiados pelo programa. Sobre o pós-entrega, ele revelou ser constantemente parado para receber denúncias de que algumas unidades estão sendo alugadas ou vendidas por alguns beneficiados. O parlamentar disse que o Programa é “extremamente importante”, que gera habitação popular e que gera vários empregos diretos e indiretos no setor da construção civil. O Vereador Florisvaldo Bittencourt (PT) iniciou seu pronunciamento afirmando ser “importante ressaltar que o Minha Casa Minha Vida é política transformadora”. Destacou que promove a cidadania e dá tranquilidade. “Uma das maiores preocupações do ser humano é a moradia e Minha Casa, Minha Vida promove a cidadania através da moradia”. O parlamentar destacou que no município são mais de 8500 famílias atendidas. Esclareceu também o Plano Nacional de Habitação Rural que visa promover cidadania a partir da habitação para zona rural. Para o parlamentar é necessário discutir o pós-moradia. “Existem recursos e instrumentos para atender essa necessidade. Precisamos sair daqui com a agenda definida da Caixa Econômica Federal (CEF), financiador, e a Prefeitura, gestor e promotor, de como usar os R$ 40 milhões que estão na CEF para política social dos conjuntos”. Finalizou enfatizando que “não é problema de polícia, mas de controle de aplicação de recursos na política do pós-entrega”. *com informações da CMVC

f